segunda-feira, 29 de junho de 2009

Aya Hirano, Athena no novo Lost Canvas

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Foi anunciado recentemente o Elenco de dubladores da nova série inspirada no mangá dlostanimeenterozl8e Saint Seiya Lost Canvas, assim foi evelado que Aya Hirano vai dar vida a Alone, a encarnação da deusa Atena no espaço-tempo onde se encontra a história, embora ela partilhe dos créditos com Tetsuya Kakihara, que venceu o "Prêmio de Melhor Seiya revelação 'para seu papel de" Simon "na série de Tengen Toppa Gurr Lagann, que será responsável por dar voz ao Pegasus Knight Tenma.

Aya Hirano é lembrada para dar vida a uma série de ícones que conseguiram fãs quase divinos, que incluem: Haruhi Suzumiya (Suzumiya Haruhi no Yuutsu), misa Amanenewtype8oa4 (Death Note), Konate  Izumi (Lucky Star) , Yoko Sasakura (School Rumble) ou Minato Nagase (Akané no Somaru Saka) para citar apenas alguns dos seus grandes repertórios.
A expectativa é grande para esta série, o elenco éde  primeira, bem como os mais velhos fãs de Saint Seiya e de novo, olhar em frente a esta nova série.

 

Fonte da Matéria

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Queen's Blade: Nova temporada estréia em outubro

A nova edição da Hobby Japan confirmou a segunda temporada de Queen's Blade para outubro deste ano, devendo passar novamente na AT-X, UHF e Media Factory TV (Youtube). Antes de começar, será lançado em agosto o DVD volume 0 trazendo o primeiro preview da nova temporada. A continuação se chamará Queen's Blade Gyokuza wo tsugu mono (A herdeira do trono).

Queen's Blade é uma história de diversas guerreiras lutando no torneio Queen's Blade o­nde é decidida a próxima rainha do continente. É originalmente um combat picture book game de diversas guerreiras sexy lançado em 2005 pela Hobby Japan. Esse jogo adota o sistema da série Lost Worlds criado pela companhia americana Flying Buffalo e é um duelo estilo RPG que dispensa dados, precisando apenas que cada oponente tenha o book do seu personagem favorito.

 

 

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Fonte: animeblade

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Vamos todos para o inferno...



Agradeço ao Rodrigo que me enviou essa pérola sem igual da internet, leiam com bastante calma e me digam onde o mundo vai parar....

rsrs

Aullus Fernandes
Diretor Geral
Seirei no Yume

Ex-Naruteiro recuperado

Sempre fui apegado à Deus, ia aos cultos todos os dias, não perdia um encontro de jovens, estava sempre em sintonia com Ele, nosso Senhor Jesus Cristo. Chegava da escola na hora do almoço e ligava o meu televisor, sem saber que fazendo isso, deixava uma brecha para o demônio adentrar meu lar. Um simples desenho animado se tornou o meu maior tormento.

Começou por acaso, liguei no SBT e estava passando um desenho muito colorido, feito pra atrair os jovens e levianos. Em pouco tempo não só me viciei no anime mas também passei a baixar todos os episódios pela internet. Estes desenhos são feitos por japoneses não-cristãos. Lançam mais de 500 capítulos para prender as crianças na frente do televisor e ganhar suas almas. São conhecidos como fillers no meio.

Nesta época perdi o interesse em ir à Igreja e me envolvi com uma galera da pesada, os otakus. Meu vocabulário se resumia à palavras japonesas, como ‘kwai’, ‘tadaimas’ e outras idiotices. No início meu pai ficou feliz, pois achou que eu estava falando línguas (O dialeto do Espírito Santo). Ele só foi perceber que eu havia me distanciado no dia de um evento de anime, o AnimeGO.

Meus amigos me convidaram e disseram que tinha que fazer ‘cosplay’, se vestir como os personagens dos desenhos. Ia saindo vestido de Sasuke, e ao passar por meu pai, ele ficou perplexo. De início ele não entendeu, pensou que eu havia me tornado homossexual, mas não, havia me tornado uma coisa muito pior, um otaku.

“- O que significa isso meu filho? Você não vai sair com estas roupas de mulher.”

Quando escutei isso senti raiva, e achei meu pai um ignorante, e até pensei em escrever seu nome na minha Death Note, contrariando o quinto mandamento. Saí de casa mesmo assim.

Ao chegar no evento nossa galera se deparou com uma turma rival, os caras do Bleach. Logo na entrada, talvez sob efeito de drogas, começaram as provocações. Ficamos calmos, mas quando disseram que Bleach era melhor que Naruto perdemos a cabeça e partimos pra cima deles. Pra nosso azar o Ichigo tinha um facão de verdade, uma zangetsu da tramontina muito bem amolada. Esse Ichigo, gritando Bankai, desferiu vários golpes em mim e nos meus colegas. O evento virou um banho de sangue, tive um corte no braço e meu amigo Olemário teve um dedo decepado.

A polícia foi acionada e os que estavam em condição sairam correndo, outros ficaram no chão, cheguei em casa todo cortado, meus pais ao verem aquilo choraram muito e oraram pra que o diabo saísse do meu corpo. Mas eu só queria mais e mais, comecei a baixar mais animes e a ler mangás, que são lidos de trás pra frente, simbolizando o retrocesso da alma.

Perdi totalmente os valores cristãos, até cogitei me mudar para o Japão. Passava horas na internet vendo pornografia japonesa, os hentai e jogando jogos de estupro, ‘Rapelay’.

Um dia saí de casa pra jogar Magic e fumar maconha com os amigos. Coloquei a minha bandana kunai na cabeça e fui pegar o ônibus para o cemitério municipal, onde organizavamos os rounds.



Cheguei lá e começamos a jogatina. Magic é como um truco do diabo, são usadas cartas com temáticas umbandistas, e símbolos pagãos. O Olemário jogou uma carta muito forte, cheia de mana. Aí tive que usar meu trunfo, o Scion of Darkness. Quando joguei a carta na tumba ela estremeceu, senti um vento frio que me gelou a espinha. Nós tinhamos evocado uma entidade de umbanda sem saber. Olhei pra trás e vi um sujeito de terno branco, camisa listrada, chapéu panamá social branco, sapato mocacin branco e cordão de ouro. Era ele mesmo, o Zé Pelintra.

Como eu era ligado em anime e magic, conhecia todos as entidades do umbanda de cor. Meus amigos não se assustaram, mas eu sim. Corri e pulei o muro do cemitério, cheguei em casa e acordei meu pai, contei tudo que sabia. Ele, um obreiro conceituado, orou muito por mim. Nesse dia aceitei Jesus novamente.

Meus dois amigos que estavam comigo no cemitério estão perdidos na vida, um se envolveu com o tráfico de drogas. E o outro pelo que soube ingressou num grupo de samba e faz uso extenso de cachaça.

Espero que este meu testemunho sirva de relato para todos aqueles que foram iludidos e seduzidos por estas obras do diabo.

Essa entrada foi postada em Segunda-feira, Junho 8th, 2009 às 6:13 pm sob a(s) categoria(s) Testemunhos de Fé. Você pode acompanhar as respostas desse post através do RSS 2.0feed. Você pode responder, ou rastrear de seu próprio site.

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